quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

hm..

Hoje eu até tenho dúvidas sobre os borrões da carta.
Lágrimas?
Talvez apenas tenha sido escrita com aquelas canetas que borram.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sem título.

Observando. Pensando que eu poderia tentar achar cada uma daquelas pessoas um pouco mais interessante. Eu simplismente não o faço. Por quê?
Daí me veio o pensamento: Por que eu tenho tanto amor por uma pessoa, que analisando friamente, não me deu nenhum motivo pra tanto? A gente não se vê muito, a gente não se fala muito... E, de alguma forma, é uma das pessoas que eu mais amo na vida. De alguma forma, cada vez que eu tento explicar o que eu sinto pra alguém, é sempre a mesma cena:

Respiro fundo, como se eu tivesse acabado de ter uma idéia.
Penso por uns segundos - que na minha cabeça parecem alguns bons minutos.
E simplismente solto o ar, não conseguindo falar uma palavra sequer.

Nada, nem um pensamento por mais simples que seja. Um sentimento completamente inexplicável.
Se fosse amor de casal, eu entenderia. Juro que entenderia essa falta de motivos. Mas não é...
É o que então? Amizade? Pode ser, mas não é simplismente isso.
É mais. Muito mais.
É tanto, tanto, tanto...
Se eu não escrevesse sobre isso hoje, tenho a sensação de que iria explodir.

Eu não preciso entender, nem você precisa. Muito menos o resto do mundo, que na maior parte das vezes, julgou mal. Essa falta de motivos torna a coisa até mais nobre.
E eu sigo assim, guardando você dentro de mim. E tentando - quase sempre em vão - explicar como é ter você aqui, desse jeito, em mim.

(Agora numa fração de segundos me vieram mil explicações na cabeça. Rápido demais pra eu tentar traduzir em palavras e lento o suficiente pra me mostrar o sentido de tudo isso.
Ok, vou parar de falar)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

No ponto de ônibus.

Às vezes, chega quando já quase me esqueci que estava esperando.
Poxa, tava tão legal ali.
Mas eu vou embora, né? Sabe-se lá quando vai passar o próximo.

No ponto, ou não.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

In my life

"Há lugares que me lembram toda minha vida, apesar de alguns terem mudado. Alguns para sempre, não para melhor. Alguns se foram e alguns permanecem. Todos esses lugares tem seus momentos, com amores e amigos que eu ainda me lembro. Alguns estão mortos e alguns ainda vivem. Em minha vida, eu amei todos eles.
E essas memórias perdem o sentido quando eu penso no amor como algo novo. Sei que nunca vou perder o amor pelas pessoas e coisas que vieram antes, eu sei que sempre vou parar e pensar neles."

É isso. Para algumas coisas, algumas pessoas e alguns lugares eu dediquei meu amor e meu tempo. Por isso nunca vou me esquecer delas, porque elas um dia fizeram parte da minha vida e vão sempre fazer parte de mim - de alguma forma elas me ajudaram a me tornar o que sou hoje.

Só tenho a agradecer por ter passado tudo o que passei. Com a minha família, com os meus amigos, com os meus românces.
Hoje eu posso dizer que sou mais feliz do que fui em qualquer outra época da minha vida. Tenho tudo o que eu preciso pra ser feliz. Sempre sonhando com mais, mas aceitando que fases são fases e eu preciso percorrer todas elas.
Assim mesmo eu não deixo de pensar nas coisas que vieram antes. De como elas me transformaram e me satisfizeram - ou não - naqueles tempos.

"In my life", Eu preciso tatuar.

domingo, 4 de julho de 2010

Por Favor

Nada pessoal, juro. Mas comecei a refletir sobre a expressão "por favor", devido a uma certa situação que estou passando.

Em muitos casos, em muitas colocações, essa expressão cabe muito bem e não deixa nenhuma sensação estranha.

Mas quando ela é dita como "por favor, não me deixe" ou "por favor, volta pra mim"... Cara, ao pé da letra isso soa tão mal, tão coitado.

Como se fosse "por favor, nem precisa querer, nem precisa ser por amor. pode ser por pena."

Reflexão rápida do dia.
Um Beijo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Carta pública.

Agora eu já não sei o que fazer com aquele discurso que eu adorava fazer sobre a minha autossuficiência. Não é que eu não consiga mais ser feliz sozinha, de forma alguma. Mas é que é tão melhor assim, do jeito que está.

Eu tinha outras coisas nos meus planos. Ficar um pouco sozinha, ler alguns livros, (enfim) pensar só em mim, passar um tempo com a minha família, meus amigos. Eu tava cansada de me doar e me doer.
Então você chegou e eu tentei resistir. Desde quando eu percebi que estava começando a gostar de você... Eu tentei resistir. Eu tinha "motivos" pra isso, não é? Tantas coisinhas no caminho. Romances paralelos, intrigas.
Até que um dia, uma certa intuição me disse: "Se entrega, tá tudo bem." - Nesse momento você estava me abraçando bem apertado, inclusive. - E foi isso que eu fiz.
As "coisinhas" no nosso caminho diminuíram tanto, a grande maioria desapareceu. Até que um dia eu acordei e já não queria mais ninguém. E assim aconteceu: só a gente, mais ninguém. E é tão doce perceber que eu posso ficar um pouco sozinha, ler muitos livros, pensar em mim, passar um tempo com a minha família, meus amigos, me descobrir a cada dia... Tudo isso sem precisar abrir mão de você. As coisas são tão simples entre a gente. O amor não precisa ser dor, não precisa tirar meu sono e nem nada. Pode só ser simples e belo.
"A sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida".

Não me importa o que dizem. Nada me impede de te dizer essas e muitas outras coisas. Não tenho vergonha e contiuarei não tendo se daqui uma semana ou um mês tudo isso mudar.
Toda essa felicidade vale a pena, não importa o quanto ela dure, o que eu tive dela até aqui já fez com que tenha valido a pena.
Eu espero, de coração, que dure muito e muito mais tempo. Fazer jus às nossas promessazinhas gostosas. Eu quero, quero muito.
Enquanto você me fizer sorrir, eu estarei bem aqui.



Era pra esse post ser bem discreto, queria dizer essas coisas como quem não quer dizer nada, quase como se o caso não fosse comigo.
Mas isso aqui se tornou uma carta pública, meu Deus!
Hm... por mim, tudo bem.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Por que as pessoas entram na sua vida?

"Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira". Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.

Quando alguém está em sua vida por uma "Razão"... é, geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Ás vezes, essas pessoas morrem. Ás vezes, eles simplesmente se vão. Ás vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer... Acredite! É real! Mas somente por uma "Estação".

Relacionamentos de uma "Vida Inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente. Obrigado por ser parte da minha vida.

Pare aqui e simplesmente SORRIA."